Ano da Ecologia na Escola E.B.1 da Azenha.
Ano Internacional da Biodiversidade.
As Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade.
É uma celebração da vida na Terra e do valor da biodiversidade para as nossas vidas.
“Sem voluntariado o bem comum e a sociedade não podem durar muito”
Bento XVI
Na União Europeia, são quase 100 milhões os cidadãos de todas as idades que investem o seu tempo, o seu talento e o seu dinheiro para dar um contributo positivo a favor da sua comunidade, através do voluntariado. É importante esta afirmação do Papa, porque cem milhões de pessoas que realizam um trabalho voluntário são muitas pessoas. Significa que os Estados não podem resolver todas as necessidades e carências dos seus cidadãos.
É uma lição de solidariedade e de gratuidade que os povos da Europa oferecem a outros continentes e culturas. Podemos deduzir que as raízes cristãs da Europa ainda estão vivas e que o húmus do cristianismo ainda orienta a alma dos povos europeus, mesmo que muitos já não se reconheçam como cristãos.
Até ao século XIX, a miséria que dizimava populações inteiras tinha, com muita frequência, uma origem natural. Hoje está mais circunscrita, e na maioria das vezes deriva da acção humana. Basta citarmos algumas regiões ou países para nos convencermos disto: Etiópia, Camboja, ex-Jugoslávia, Ruanda, Haiti... Agora que o homem, mais do que outrora, tem a possibilidade de enfrentar essa miséria, tais situações constituem uma verdadeira desonra para a humanidade.
A solidariedade é, sem dúvida, uma exigência para todos. Felizmente, não é necessário esperar que a maioria dos homens se converta ao amor do próximo para se recolherem os frutos da acção daqueles que agem sem esperar, no contexto da sua própria situação. É preciso acolher como uma sólida razão de esperança os resultados da acção das pessoas que, a todos os níveis, exercem a sua actividade como servidores do homem todo e de todos os homens.
Há-de ser a ideia duma justiça arreigada na solidariedade humana - e que leve portanto o mais forte a ajudar o mais frágil - a guiar os nossos passos em todos lugares onde se faz ouvir a voz do pobre, a fim de se criar um espaço comum onde justiça, paz e caridade conjuguem os seus próprios esforços.
As sociedades não podem construir-se legitimamente sobre a exclusão de alguns dos seus membros. Para ser coerente, esta afirmação implica evidentemente também o direito que têm os pobres de se organizarem para melhor obter a ajuda de todos com a finalidade de se libertarem da miséria.
Não entram nessas cifras do voluntariado tantas pessoas que oferecem o seu tempo e a sua solidariedade sem estarem inscritos nos registos das organizações do voluntariado, e que eu ousaria chamar “voluntários silenciosos”: aqui se poderiam enumerar milhares de indivíduos que voluntariamente prestam serviços às pessoas mais próximas: cuidam e acompanham idosos, levam uma refeição quente ao pobre da esquina, acompanham ao médico a amiga ou o amigo em aperto. Poderíamos falar de muitos casos que nunca aparecerão nas listas oficiais, mas, se essa solidariedade desaparecesse, certamente que a sociedade e o bem comum não poderiam durar muito.
Em 1º de maio de 2004, a União Européia sofria a sua maior ampliação da história. A UE, então com 15 países-membros, passava a contar com 25. A mudança provocou transformações em todos os níveis, desde a mudança do perfil da produção regional até a necessidade de tradutores para adaptar documentos e textos para o idioma dos novos membros. Os últimos cinco anos não foram suficientes para resolver as diferenças. Hoje com 27 países-membros, a UE ainda sofre com os desequilíbrios causados pela grande ampliação de 2004.
Os novos membros da EU, países do leste europeu, possuem um nível de desenvolvimento bem diferente dos antigos membros, isso intensifica o fluxo de migrações para os países mais desenvolvidos do bloco, já que a livre circulação de pessoas é permitida.
Os países integrados em 2004 vêm cumprindo uma agenda gradual de ampliação de sua participação na UE. A premissa da UE é a livre circulação de capital, mercadorias, serviços e pessoas. "Na prática, isso significa que, por exemplo, um alemão pode se instalar em Londres. No entanto, esse direito ainda não foi estendido para os cidadãos dos novos países-membros",diz Franklin Trein, cientista político e professor da UFRJ.
A UE também ganhou uma proporção maior de população rural. Acrescente-se a isso as diferenças culturais entre países ocidentais capitalistas e os novos membros com um histórico socialista (os países do leste europeu foram aliados da URSS durante a Guerra Fria).
Devido a todos esses ingredientes, os cinco anos da UE ampliada parecem pouco para desfazer as diferenças. "O processo de ampliação foi complicado e não se concluiu até hoje. Talvez seja preciso mais dez anos para a UE encontrar o seu equilíbrio", diz Trein.
Sobre a União Europeia
RESUMO :
Estados Membros
A seguinte tabela apresenta os actuais estados membros e as respectivas datas de adesão.
Data de Adesão Países
Países Fundadores Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos
1973 Dinamarca, Irlanda, Reino Unido
1981 Grécia
1986 Espanha, Portugal
1995 Aústria, Finlândia, Suécia
2004 Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, República Checa
2007 Bulgária e Roménia
Países Candidatos
Antiga República Jugoslava da Macedónia, Croácia e Turquia
(fonte: europa.eu.int)
Dia da Europa
No dia 9 de Maio de 1950, foi apresentada uma proposta de criação de uma Europa organizada por Robert Schuman, a qual ficou conhecida como "Declaração Schuman".
Este dia marca o começo da actual União Europeia e foi por esse motivo que na Cimeira de Milão de 1995 foi adoptado o dia 9 de Maio como o Dia da Europa.
(fonte: europa.eu.int)
Bandeira
A bandeira da Europa além de simbolizar a União Europeia representa também a unidade e a identidade da Europa.
O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade.
Assim, a bandeira manter-se-á inalterada, independentemente dos futuros alargamentos da UE.
Hino
O hino europeu não é apenas o hino da União Europeia, mas de toda a Europa num sentido mais lato. A música é extraída da 9.ª Sinfonia de Ludwig Van Beethoven, composta em 1823.
No último andamento desta sinfonia, Beethoven pôs em música a "Ode à Alegria", que Friedrich von Schiller escreveu em 1785. O poema exprime a visão idealista de Schiller, que era partilhada por Beethoven, em que a humanidade se une pela fraternidade.
Em 1972, o Conselho da Europa (organismo que concebeu também a bandeira europeia) adoptou o "Hino à Alegria" de Beethoven para hino. Solicitou-se ao célebre maestro Herbert Von Karajan que compusesse três arranjos instrumentais - para piano, para instrumentos de sopro e para orquestra. Sem palavras, na linguagem universal da música, o hino exprime os ideais de liberdade, paz e solidariedade que constituem o estandarte da Europa.
Em 1985, foi adoptado pelos chefes de Estado e de Governo da UE como hino oficial da União Europeia. Não se pretende que substitua os hinos nacionais dos Estados?Membros, mas sim que celebre os valores por todos partilhados de unidade e diversidade.